
A Paulinha pediu relatos de voos.
Bom, os meus (ainda) só são interessantes para mim próprio, mas já que ninguém se chega à frente, aqui fica outra sugestão: tertúlias sobre técnicas de parapente.
Sim, sim, já sei: “ó maçarico, se não sabes voar, vai aprender com
quem sabe!”
Ó juventude, agora falo eu (o Mix): já deu para perceber que mesmo entre os “Pró’s”,em certas alturar as opiniões dividem-se não existindo concenso em muitas situações. Por isso eu dou o mote e aqui deixo a primeira:
Posição dos manobradores na abordagem a uma ascendente “normalzinha”.
Suponham que avançam a uma boa velocidade(está termodinâmico), manobradores em tensão (os 6-7 cms da ordem, para finess optimizada), e entram numa ascendente – nada de especial, a asa recua pouco e mantemos naturalmente o conjunto equilibrado. Agora há que (tentar) enrolar e a volta deve ter o menor diâmetro possível.
Como acham que esse objectivo melhor se atinge?
1 – Devemos manter em tensão o manobrador exterior (além de puxar bem o interior e ajudar com o corpo) por forma a manter a velocidade baixa ou,
2 – Há que “largar” o manobrador exterior para que, não obstante o aumento de velocidade e consequentemente a deriva, se feche mais o ângulo de viragem?
Pronunciem-se!
Ricardo Mix